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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Phones, tablets and their impact on kids brains

CBS News



Programa americano "60 minutos", emitido pela CBS News em 9 de dezembro de 2018.

"60 Minutes has been asking: What impact do mobile devices have on the brain? The most recent report goes inside a groundbreaking study of young minds.

It's pretty easy to find the parent of a preteen with strong opinions about the amount of time their children spend on smart phones or tablets. I need to look no further than my own living room, where there seems to be a loud nightly struggle with our 14-year-old son over the hours he spends staring at his smartphone. However, it's extraordinarily difficult to find well-established neurological studies that can determine whether all that swiping, scrolling, and texting is actually shaping the development of his young mind. The reporting on "Screen Time" allowed us a peak into early research that may answer that riddle.

We first began looking into this when we met Tristan Harris in the winter of 2017. Harris was a former manager at Google and one of the first Silicon Valley insiders to reveal that apps were being designed by software engineers to capture and keep users' attention.

"Every time I check my phone, I'm playing the slot machine to see, "What did I get?" Harris told us. "This is one way to hijack people's minds and create a habit. What you do is you make it so when someone pulls a lever, sometimes they get a reward, an exciting reward. And when they pull a lever another time, they don't get an exciting reward. And it turns out that this design technique can be embedded inside of all these products. And when it's variable, that makes it addictive."

Programmers call it "brain hacking," and Anderson Cooper reported on it in the 2017 piece embedded below. He found that brain hacking depends heavily on building unexpected rewards into apps. As users stumble onto these hidden treasures, the surprise stimulates production of a brain chemical called dopamine. Neurologists told us dopamine signals the body that something pleasurable is about to occur. It plays a pivotal part in cravings and desire".

Veja o video da entrevista e leia o resto da notícia AQUI.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Crianças estão a ser internadas por dependência do jogo “Fortnite”. “É como heroína”




Notícia publicada no Blitz em 5 de Dezembro de 2018.


O jogo, que conta com mais de 200 milhões de jogadores por todo o mundo, está a preocupar os pais. O popular jogo "Fortnite" está a preocupar pais em todo o mundo. Os casos de crianças viciadas no jogo e negligentes nas demais tarefas do dia a dia têm sido cada vez mais. 

O website Gadgets 360º mostra o caso de Carson, um jovem norte-americano de 17 anos que tem jogado habitualmente durante 12 horas por dia: a baixa do rendimento escolar provocada pela perda de horas de sono tem sido evidente. "Nunca vi um jogo capaz de controlar tanto a mente dos miúdos", desabafou a sua mãe. 

Para Lorrine Marer, terapeuta cognitivo-comportamental britânica citada pelo site especializado em tecnologia, o jogo "é como heroína: uma vez viciados, é difícil eliminar o vício". 

Ainda que o vício em videojogos não seja algo novo, o facto de este caso em particular ter surgido na era dos smartphones e das redes sociais está a alarmar os especialistas. Não são apenas os mais novos as "vítimas" do "Fortnite": um website britânico sobre divórcios escreve que mais de 200 casais alegaram a dependência neste e noutros videojogos como motivo para a separação. 

De acordo com o mesmo trabalho, alguns atletas profissionais também estarão a cair nas malhas do vício: há nota de jogadores de basebol que ficaram de fora de uma partida devido a problemas nos pulsos provocados pelo jogo. 

Nos estados norte-americanos da Califórnia e da Carolina do Norte organizam-se campos de atividades para crianças viciadas em videojogos, espécie de 'clínicas de tratamento', onde toda e qualquer tecnologia é evitada durante algum tempo. 

O jogo já rendeu milhões de dólares à produtora Epic Games - que, ainda que o tenha disponibilizado de forma gratuita, acrescentou ao jogo vários objetos que podem ser adquiridos, como arma exóticas ou roupas, o que leva muitos pais de jogadores a despender dinheiro. 

A Organização Mundial de Saúde determinou em junho, pela primeira vez, que o vício em videojogos é uma doença que, à medida que os videojogos se tornam mais sofisticados e capazes de "agarrar" os fãs, só tenderá a piorar.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Pais fixados nos telemóveis? Na Alemanha já se afogaram 20 crianças

© José Carmo-Global Imagens


Artigo de Paula Sá, publicado no Diário de Notícias em 15 de agosto de 2018.


A Associação Alemão de Salva-Vidas (DLRG) - a maior organização do género no mundo, que agrega 40 mil salva-vidas voluntários em praias, lagos e costa da Alemanha - estabeleceu uma ligação entre o número de crianças em risco na água e a distração dos pais com os telemóveis.

"Pouquíssimos pais e avós estão a dar atenção ao conselho: quando os filhos e os netos estiverem na água, larguem o telemóvel", afirma Achim Wiese, porta-voz da DLRG. Diz ainda que as pessoas "tratam as piscinas como se fossem um jardim-de-infância e simplesmente não prestam atenção".

"No passado, pais e avós passavam mais tempo com seus filhos na piscina. Mas um número cada vez maior de pais está fixado nos seus smartphones e não olha para a esquerda ou para a direita, muito menos presta atenção em seus filhos ", diz Achim Wiese aos meios de comunicação alemães. "É triste que os pais se comportem de maneira tão negligente nos dias de hoje."

Entre as 300 pessoas que já se afogaram na Alemanha estão 20 crianças com menos de 15 anos e 40 mulheres jovens e homens com idades entre os 16 e os 25 anos. Só na semana passada, fizeram manchete na imprensa alemã vários afogamentos em todo o país, incluindo o de um menino de 7 anos que morreu numa piscina na cidade bávara de Marktredwitz.

As organizações como a DLRG também culpam o sistema escolar por não ter aulas de natação obrigatórias desde tenra idade, o que, aliado ao facto de as famílias terem horários incompatíveis com a ida dos filhos às piscinas, contribui para que muitas crianças na Alemanha não saibam nadar.