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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Sugestão TEK: 7 truques (e apps) para controlar o tempo dos seus filhos no smartphone




Artigo publicado em tek.sapo.pt, em 23 de outubro de 2018.
Acha que os mais novos passam demasiado o tempo no smartphone? Use uma destas ferramentas para gerir tudo o que está relacionado com o uso dos terminais móveis pelos seus filhos no iOS e Android.
É inevitável. O fascínio pelos mais jovens pela utilização do smartphone é tão grande que cada vez mais cedo acabam por ter o seu próprio terminal móvel. E isto quando estão já habituados a usar o smartphone dos pais ou irmãos com regularidade. Então, como gerir esta situação, visto que nem sempre podemos estar junto deles para controlar o tempo de uso?
A solução pode passar pelo recurso a apps móveis e outros serviços que permitem efetivamente contabilizar e limitar o tempo que o smartphone está disponível para uso por parte do respetivo utilizador, neste caso uma criança. E os recursos que encontra na galeria abaixo podem servir em exclusivo para essa finalidade ou estar até inseridos em sistemas de controlo parental mais abrangentes.
Aliás, especialistas asseguram que não é só o conteúdo consumido pelos mais novos no smartphone que deve preocupar os pais e encarregados de educação. É igualmente importante impedir que passem mais tempo do que é recomendável a olharem para o ecrã, mesmo que o que lá aparece seja adequado para a idade em causa ou inofensivo.
Temos de admitir, contudo, que as ferramentas de controlo parental e controlo de tempo que fazem parte dos próprios sistemas operativos dos smartphones estão cada vez mais completas e eficazes. Um bom exemplo é a funcionalidade Tempo de Ecrã que chegou recentemente ao iOS com a versão 12. Mas recursos como este podem não ser suficientes...
Independentemente da influência da tecnologia nas crianças (e das eventuais formas que podemos utilizar para resolver esse potencial problema), existe sempre forma de tentar “afastar” os mais novos do smartphone e de outros equipamentos eletrónicos.
Em seio familiar ou entre amigos, cabe aos mais velhos desafiarem os mais novos a experimentarem atividades lúdicas que não envolvam tecnologia. E a resposta pode até ser mais positiva do que esperamos, visto que uma visão também defendida por especialistas no assunto diz que até os visados anseiam por momentos em que não se sintam “obrigados” a responder na hora aos estímulos que chegam através dos terminais móveis.
O nosso conselho passa, então, pelo seguinte: comece pelo mais simples, tentar de forma natural afastar as crianças do smartphone, obedecendo ao número de horas diário que julga ser razoável. Se não resultar, o “célebre” truque de trocar tarefas domésticas por mais tempo a lidar com equipamentos digitais pode resultar…
Se ainda assim não conseguir manter os mais jovens afastados do smartphone na dose certa, medidas mais drásticas (que não sejam proibir totalmente o uso do dispositivo) podem passar por uma ou mais das soluções que sugerimos acima. Objetivo: impedir uma verdadeira “guerra” lá em casa.

terça-feira, 26 de junho de 2018

40 Usos de Telemóveis nas Salas de Aula

Unsplash

Artigo publicado no Blog GoConqr em 24 de fevereiro de 2015.

Ironias da vida. Depois de anos a lutar para evitar o uso de telemóveis nas salas de aula, as novas tendências educacionais apontam precisamente na direção oposta.
O telemóvel, tão utilizado hoje em dia em função de mensagens instantâneas como o WhatsApp, e redes sociais como o Facebook, pode no entanto ser, muito mais versátil e funcional no que diz respeito à educação.
Os defensores do uso de tecnologia na sala de aula – ExamTime incluído – sabem que o uso de dispositivos móveis mais vale como aliado aos estudos e ao aprendizado do que como substituto de métodos tradicionais de ensino.
O uso indiscriminado do telemóvel na sala de aula não é uma tendência, mas sim uma combinação com o método de ensino do professor para não apenas dinamizar a aula, mas principalmente diminuir ainda mais a distância entre professores e a nova geração tecnológica de estudantes. Por isso, para levar adiante o uso responsável do telemóvel por parte dos alunos, é fundamental estabelecer regras e limites.
ExamTime reuniu neste artigo um guia com os 40 usos de telemóveis nas salas de aula.

Revolução na Sala de Aula

  1. Consultar dados: provavelmente o mais comum de todos. Tanto alunos como professores podem consultar dados específicos que não sabem em segundos, o pode ser muito útil  durante a aula ou na hora de realizar trabalhos.
  2. Tirar fotos: um telemóvel pode ser usado como câmara fotográfica para assim ilustrar trabalhos e apresentações.
  3. Fazer vídeos: parecido ao anterior. Por exemplo, os telemóveis podem servir para gravar experimentos e incluí-los em trabalhos e projetos.
  4. Fazer testes: Este é provavelmente um dos usos mais interessantes e revolucionários do telemóvel na sala de aula. Os alunos agora podem usar os seus telemóveis para fazer testes rápidos e realizar quizzes criados anteriormente pelo professor. Desta maneira, o professor pode obter informações em tempo real sobre o conhecimento de seus alunos e a eficácia do seu ensino. Queres usar esta técnica? Descarrega agora a app de ExamTime.
  5. Ler notícias: Muitos professores frequentemente incluem artigos de notícias como parte do seu método de ensino (por exemploEconomia). O nosso telemóvel pode ajudar-nos a obter acesso a notícias e assuntos atuais na sala de aula em um instante.
  6. Dicionário:  uma infinidade de aplicações de dicionário que te permitem verificar o significado de uma palavra instantaneamente.
  7. Tradutor: novamente, o telemóvel pode ajudar com significado e explicação de uma palavra estrangeira, assim como a aplicação de dicionário.
  8. Calendário: não confundirás ou esquecerás mais das datas de exames ou quando deves entregar um projeto. Agora há aplicações que te permitem sincronizar calendários.
  9. Anotar ideias: A inspiração não vem sempre quando queremos. Por isso tenta usar o teu dispositivo móvel para tomar notas a qualquer momento.
  10. Ouvir música: há um tempo atrás falamos como a música pode ajudar com o estudoAlém disso, não precisas armazenar as tuas canções se usas serviços como o Spotify ou Soundcloud.
  11. Imagens: como bem sabesuma imagem vale mais que mil palavras. Por esta razão, em muitos casos, os alunos entendem conteúdo facilmente quando há uma imagem relacionada a uma explicação.
  12. Rever conteúdo: O telemóvel permite obter acesso a material de estudo e revê-lo antes de um exame. Nao te esqueças de registar em ExamTime e logo descarregar a app de ExamTime.      
  13. Como cronómetro/temporizador: aulas, exercícios e apresentações muitas vezes vêm com prazosPratica o gerenciamento de tempo usando o cronómetro do teu dispositivo móvel.
  14. Ler livros eletrónicos: muitas vezes é necessário utilizar livros e material de apoio para realizar trabalhos, especialmente na Universidade. Existem aplicações como o Kindle que podem ser usadas para ler livros e tomar notas de qualquer lugar.
  15. Gravador de Voz: com o telemóvel os alunos têm a possibilidade de gravar aulas para mais tarde consultá-las ou realizar trabalhos onde a inclusão de som é necessáriaNestes casos, lembra-te sempre de primeiro obter a permissão do professor.
  16. Descobrir recursos de estudo relacionados com a aula: entre outras funções, a App de ExamTimepermite pesquisar entre mais de um milhão e meio de recursos de estudo criados por utilizadores.
  17. Scanner de documentos: apesar de não oferecer a mesma qualidade que um scanner tradicional, a câmara de um telemóvel pode servir de scannerAlguns professores até mesmo apoiam a entrega de trabalhos em fotos (por exemplo, exercícios de matemática)
  18. Calculadora: existem inúmeras aplicações que permitem realizar todas as operações de umacalculadora científicaIsso ajuda a reduzir a quantidade de itens que os alunos levam nas suas mochilas.
  19. Editar vídeos: não só podes fazer vídeos de música, mas também podes editá-los, adicionar texto,filtros, efeitos e muito mais.
  20. Editar imagens: como com vídeoso mesmo pode ser feito com imagens.
  21. Publicar no blog da turma: estes blogs são uma prática cada vez mais comum. Com o telemóvel podes escrever e publicar artigos a qualquer momento.
  22. Acompanhar as visitas ao blog: a aplicação de Google Analytics permite analisar a evolução do blog educativo a qualquer momento.
  23. Fazer apresentações: em vez de andar sempre com um pen drive, podes guardar o material no teu móvel e conectá-lo diretamente ao projetor. Já experimentaste o “modo de visualização” dos Mapas Mentais de ExamTime?
  24. Controlo remoto: seja para mudar de um slide para outro durante uma apresentação ou para parar e reproduzir um vídeo, existem aplicações que permitem usar o telemóvel como um controlo remoto.
  25. Comunicar: a megafone é algo do passado. Se um aluno precisa de ir à Secretaria ou ao gabinete do diretor, pode comunicar-se com eles, por meio de uma mensagem de texto.
  26. Armazenar fórmulas: o telemóvel permite armazenar fórmulas matemáticas e tê-los sempre à mão.Além disso, existem aplicações específicas que já contêm centenas de fórmulas matemáticas de uso comumtudo o que precisas fazer é procurá-las.
  27. Controlar o barulho na sala de aula: o teu telemóvel pode servir de aparelho decibelímetro e indicar quando o nível de ruído está muito alto. Recompensa os alunos mantendo o ruído a um nível acordado. Aplicação recomendada: Too Noisy
  28. Atualizações: Remind é uma app desenhada para enviar notificações a pais e/ou alunos sem necessidade de saber os seus números de telefone. Isto significa que as fronteiras entre a vida privada e a da sala de aula podem ser mantidas sem que a comunicação seja prejudicada.
  29. Localizar pontos no mapa: Durante a aula pode haver países ou cidades que os alunos desconhecem. Aplicações como o Google Maps podem ajudar-nos a localizá-los especialmente em classes de História e Geografia.
  30. Tweetar: o Twitter é uma rede social que tem muitos usos educativos. O nosso telemóvel é provavelmente a melhor maneira de obter acesso a ela para ler e escrever tweets. 
  31. Estudar vocabulário: na aula de inglês (ou outras línguas), a aprendizagem de vocabulário desempenha uma parte fundamental da língua, a que muitas vezes os alunos não prestam a atenção que deveriam. Nesse sentido, os Flashcards são um dos recursos que proporcionam melhores resultados e a visualização usando um móvel é simples e conveniente.
  32. Marcar presença: existem inúmeras aplicações que podem ajudar a manter o controlo sobre a presença dos alunos na sala de aula usando apenas um telemóvel.
  33. Avaliar o desempenho de alunos: os telemóveis podem ser usados para monitorar e manter o controlo sobre as notas de cada aluno em exames ou testes. Assim, os professores têm acesso a um aluno em particular a qualquer momento caso seja necessário e podem ver se esse aluno está a progredir.
  34. Relógio: estudos mostram que mais pessoas usam o seu móvel para consultar as horas invés de um relógio de pulso. Por que não verificar o tempo no teu dispositivo móvel também?
  35. Inspirar: a originalidade é uma das características mais desejadas num trabalho ou projeto. O móvel fornece uma janela para o mundo onde qualquer tópico pode ser investigado e novas ideias adquiridas.
  36. Compartilhar anotações: muitos professores costumam distribuir o material no início ou no final da aulaEm vez de perder tempo com fotocópias, o teu dispositivo móvel permite executar esta função facilmente. Mais uma vez, App de ExamTime pode ajudar com isso!
  37. Quadro branco: enquanto a maioria das aplicações que servem de quadro branco são otimizados para tablets, há algumas que podem ser utilizadas a partir do telemóvel e permitem projetar tudo o que desenhas.
  38. Clima: para aqueles professores que gostam de passar a aula ao ar livre, apps meteorológicas podemser muito úteis para a previsão de tempoEssas aplicações também podem ser usadas em aulas para especificamente explicar as condições climáticas em outras regiões / países
  39. Medir a produtividade: existem aplicações, como Time Recording Pro, que permitem medir o tempo dedicado a uma tarefa em particular. Isto pode ser muito útil para professores e alunos ao ter que realizar um projeto dividido em várias fases.
  40. Jogar: muito se tem falado da gamificação do processo educativo, ou seja, a necessidade de transformar a aprendizagem em um jogo tanto quanto possível. Há literalmente centenas de aplicações educacionais que podem tornar o aprendizado mais fácil e agradável para os estudantes.

Estes 40 usos de telemóveis nas salas de aula são apenas uma pequena amostra das possibilidades que um telemóvel pode proporcionar.  processo de ensino e aprendizagem pode ser enriquecida se estas ideias forem adotadas. 

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Dica Controlo Parental: Tenha mão sobre o iPad e iPhone dos seus filhos

Photo by Patricia Prudente on Unsplash

Vamos falar de controlo parental. Este assunto tem sido solicitado e vamos abordar essencialmente os dispositivos móveis que são os mais usados pelas crianças atualmente. Não há sítio onde os pais não entretenham os mais novos com o seu smartphone ou tablet.
Hoje ensinamos a ativar as funções de restrição que o iOS traz quer para gerir o que faz o seu filho(a) no iPhone como no iPad.
Os pais e educadores podem ter um controlo total sobre o que as crianças podem ou não ver num iPad ou iPhone. O iOS traz uma vasta área de controlo parental que pode usar, evitando várias situações às quais não quer certamente que o seu filho(a) seja confrontado quando navega na Internet.
Também iremos ensinar a ter controlo sobre as compras de aplicações e compras integradas. Isto porque sabemos de casos em que as crianças já conseguiram o acesso às definições do iOS, gravaram a sua impressão digital e trazem surpresas desagradáveis aos encarregados de educação.
Saiba como AQUI.


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Consequências de andar pelas redes sociais no telemóvel à noite mais graves do que se pensava

Photo by Rami Al-zayat on Unsplash


Artigo de Mariana Godinho para a Visão, em 20 de maio de 2018. 

Um estudo da Universidade de Glasgow chegou à conclusão que tudo o que interrompa o normal ritmo circadiano aumenta a probabilidade de instabilidade emocional, depressão e até bipolaridade. A partir das 22h00, esqueça o telemóvel. 

Investigadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, chegaram à conclusão de que quem fica agarrado ao telemóvel até tarde tem mais 11% de probabilidade de sofrer de bipolaridade e mais 6% de probabilidade de passar por uma depressão. 

Os participantes deste estudo, que foi o primeiro a analisar em larga escala as a interrupção do normal funcionamento do relógio biológico, também demonstraram níveis de felicidade reduzidos e, pelo contrário, e altos níveis de solidão. 

Foram estudadas mais de 91 mil pessoas entre os 37 e os 73 anos e monitorizadas durante sete dias por acelerómetros de pulso para medir o ritmo circadiano (responsável pelo relógio biológico que controla o sono e o apetite) e perceber o que o perturba. 

 À diferença dos ritmos de atividade e descanso chama-se amplitude relativa e a equipa de Glasgow concluiu que os indivíduos com menor amplitude relativa eram os que tinham maior risco de problemas de saúde mental, mesmo depois de tidos em conta fatores como a idade, sexo, estilo de vida, educação e traumas de infância. 

Daniel Smith, o principal autor do estudo, especifica, em declarações ao The Times, o uso do telemóvel até tarde e o acordar de madrugada para fazer chá como hábitos que contribuem para uma "má higiene do sono". "Mas não é apenas o que faz à noite, é o que faz durante o dia - tentar ser ativo durante o dia e passivo à noite", defende. O inverno é a altura a que Smith dá mais enfase, explicando que é tão importante "sair de casa pelo ar fresco da manhã" como "não estar no telemóvel para ter uma boa noite de sono". O investigador garante que 10 horas da noite é uma boa altura para pôr o telemóvel de lado. 

Como cada vez mais pessoas estão a viver em ambientes urbanos, o que aumenta o risco de perturbações no ritmo circadiano, Daniel Smith explica que "o próximo passo será identificar os mecanismos pelos quais as causas genéticas e ambientais da perturbação circadiana interagem para aumentar o risco individual de depressão e bipolaridade."

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Já há uma app que revela a desonestidade de um utilizador de telemóvel

KIRILL KUDRYAVTSEV


Artigo de Hugo Séneca para a Exame Informática, em 20 de abril de 2018.


Durante o projeto Veritaps, um conjunto de investigadores desenvolveu um algoritmo que permitiu apurar que a demora na interação com o ecrã do telemóvel pode ser indiciadora de desonestidades.

Na Universidade de Copenhaga, Dinamarca, há um projeto que promete desmontar algumas mais rebuscadas mentiras: um equipa de investigadores escandinavos anunciou o desenvolvimento de algoritmo que deteta a desonestidade de um utilizador pela forma como toca ou desliza os dedos para interagir com as diferentes funcionalidades do terminal.

O estudo que acaba de ser publicado tem por base uma tendência curiosa: num telemóvel, as ações que implicam algum tipo de desonestidade geralmente demoram mais que as outras ações, informa a Cnet.

Durante o projeto, conhecido por Veritaps, os investigadores submeteram vários voluntários a três tipos de testes: num dos testes, os utilizadores eram instados a mentir sobre cores que iam surgindo nos telemóveis; num segundo teste, cada pessoa tinha a possibilidade de mentir sobre uma compensação monetária que deveria ser dividida com outra; e no terceiro ensaio, os voluntários eram instados e premiados por mentir sobre os resultados alcançados num jogo de dados.

Nos dois primeiros testes, verificou-se que os utilizadores que enveredavam pela mentira costumavam demorar mais tempo a interagir com um toque ou um “swipe” nos ecrãs dos terminais. No terceiro teste, a tendência revelada incide sobre a localização e a intensidade: quando está a ser honesto, o utilizador tende a tocar no centro do ecrã e a usar mais força. Quando tenta ser desonesto, esse mesmo utilizador poderá ter a tendência de preferir os rebordos do ecrã.

Durante o projeto, os investigadores da Universidade de Copenhaga desenvolveram uma app que sinaliza a verde respostas consideradas como verdadeiras e a vermelho as reações que são potencialmente desonestas. A app também solicita mais informação aos utilizadores sempre que necessário.

A aplicação, que foi desenvolvida para dispositivos Android, não foi disponibilizada ao público, mas os mentores do projeto Veritaps, apesar de lembrarem que o algoritmo não é um detetor de mentiras, estão confiantes de que a tecnologia poderá ser útil em diferentes cenários. Deteção de desonestidades na venda de produtos online, fraudes em declarações de rendimentos, ou apenas situações em que o utilizador mente a si próprio quando olha para um compromisso assente na agenda são alguns dos exemplos dados.